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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

MUNDIAL de NATAÇÃO PARALÍMPICO - 2013

>11 de agosto.

Começa nesta segunda-feira,12, em Montreal, Canadá, o Mundial de Natação Paralímpica. Ao todo, são mais de 600 nadadores de 60 países na disputa por medalhas na competição, que será realizada no Parc Jean Drapeau e deve mostrar alguns rostos que podem brilhar nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
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O Brasil foi o primeiro país a desembarcar em território canadense para a competição. Entre os 24 atletas que foram a Montreal no dia 31 de julho estão todos os medalhistas dos Jogos de Londres-2012. E para chegar ao campeonato com a melhor preparação possível, os atletas brasileiros passaram por uma sessão de mais de dez dias de treinamentos em altitude na cidade de La Loma, no México.

Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons, o Brasil aparece no torneio com muita força, tendo em vista os resultados recentes e o empenho da delegação para enfrentar os melhores nadadores do mundo. “A natação brasileira tem muita tradição no cenário internacional, estão aí as medalhas em Londres-2012 que não nos deixam mentir. Chegamos em Montreal com a certeza de mais uma grande participação dos nossos atletas. O CPB deu as melhores condições possíveis de treinamento para cada um dos representantes do nosso país no Canadá”, disse Parsons.
Entre os nadadores com muita chance de brilhar no Mundial está o multimedalhista Daniel Dias. Integrante do Time São Paulo e beneficiário do programa governamental Bolsa Pódio, do Ministério do Esporte, o brasileiro com maior número de medalhas em Jogos Paralímpicos – 15, no total – estará na piscina em sete provas individuais (50m borboleta, 200m livre, 100m peito, 50m costas, 200m medley, 100m livre e 50m livre) neste campeonato, e pode ser um puxador de medalhas e conquistas para a delegação brasileira.
Outro que pode fazer muitas aparições no pódio do Parc Jean Drapeau é André Brasil. Com um currículo tão vencedor quanto o do companheiro de delegação Daniel Dias, André disputa seis provas em Montreal. São elas os 100m livre, 400m livre, 200m medley, 100m borboleta, 100m costas e 50m livre. Daniel e André, aliás, nadam juntos em outras duas provas de revezamento: o 4×100 medley e o 4×100 livre.
O Mundial de Natação Paralímpica será transmitido pela Sportv3. Todos os dias, o canal vai exibir as finais no começo da noite. O torneio também pode ser acompanhado pelo site do Comitê Paralímpico Brasileiro (www.cpb.org.br), sempre a partir das 18h.
A participação brasileira no Mundial de Montreal é custeada por um convênio com o Ministério do Esporte. A parceria também financiou a equipe de atletismo em Lyon, a seleção brasileira de esgrima em cadeira de rodas, no Mundial, disputado em Budapeste, na Hungria, neste mês, e outras 13 modalidades.
Mundial de Natação Paralímpica 
Site do CPB (www.cpb.org.br)
De segunda-feira, 12, a domingo, 18: a partir das 18h (de Brasília)
Transmissão do Sportv*
Segunda-feira, 12: a partir das 18
Terça-feira, 13: a partir das 18h30
Quarta-feira, 14: a partir das 18h35
Quinta-feira, 15: a partir das 18h30
Sexta-feira, 16: a partir das 18h45
Sábado, 17: a partir das 19h45
Domingo, 18: a partir das 19h
* Programação sujeita a alteração pela emissora.

sábado, 10 de agosto de 2013

"X" Games


                                * Como funcionam os X Games. (parte-1)

Houve uma época em que futebol,basquete e handebol eram os esportes preferidos dos jovens. Mas os adolescentes de hoje cresceram assistindo MTV e navegando naInternet, e nem sempre têm a paciência de sentar durante os intervalos dos jogos ou esperar o 2º tempo.  Eles querem ação. Eles querem velocidade. Eles querem esportes radicais.

No começo dos anos 1990, as pessoas nascidas entre 1960 e 1980 (conhecidos como Geração X e Y) começaram a se desligar dos esportes tradicionais e voltaram sua atenção para as pistas de skate e de esqui, onde rebeldes como Tony Hawk e Shaun Palmer estavam levando os esportes ao limite. No canal a cabo esportivo ESPN, um executivo chamado Ron Semiao reparou nessa mudança. Em 1993, ele previu um novo evento de esporte televisionado – um tipo de Olimpíada da velocidade. Ele teria esportes radicais como patins, skate e street luge. Atletas teriam que pular, sacudir e girar, tentando superar uns aos outros com truques mais rápidos e chocantes. 
Em 24 de junho de 1995, o primeiro Extreme Games (o nome mudou para X Games no ano seguinte) entrou em ação com 200 mil espectadores em Middletown, no estado americano de Rhode Island. O festival de quatro dias teve 27 eventos em nove categorias, incluindo bungee jumping, eco-challenge, mountain biking e sky surfing. No começo, nem todo mundo levou a idéia a sério. Um colunista do jornal USA Today escreveu: “se você prender seu melhor amigo pelo capuz em um Ford Falcon, dirigi-lo sobre um penhasco, fizer malabarismo com três bebês e uma serra elétrica na descida e aterrissar seguramente enquanto faz uma parada de mão, eles iriam filmar, mostrar para todos e chamar isso de um novo esporte.” [fonte: Pickert].


No entanto, foi Semiao quem riu por último. Os X Games foram rapidamente para o mainstream, gerando interesse de patrocinadores multimilionários como Mountain Dew, Saturn e Taco Bell. O evento de esportes radicais se tornou tão popular que a ESPN lançou os X Games de Inverno em 1997, incluindo esportes como snowboarding e snowmobiling. Até 2002, os X Games atraíram uma audiência televisiva de quase 63 milhões de pessoas. [fonte: ESPN].