Os times de futebol são formados por
onze pessoas (um goleiro e dez jogadores de linha), e o objetivo da modalidade
é colocar a bola dentro da baliza adversária. Quem conseguir fazer isso mais
vezes em um período de 90 minutos (dividido em dois tempos de 45) vence a
partida.
O futebol é um dos poucos esportes em
que o empate ao fim do tempo predeterminado é permitido em algumas ocasiões. Os
critérios de desempate normalmente são utilizados em torneios eliminatórios,
quando apenas uma das duas equipes pode permanecer no torneio. A forma como
acontece essa disputa, porém, varia muito. As decisões podem acontecer em um
período de 30 minutos (dividido em dois tempos de 15), conhecido como prorrogação
ou extra time, ou ir para a cobrança de penalidades máximas, entre outros.
Mas,
se a partida tiver o seu resultado alterado em função de falha na percepção
visual da arbitragem, da incapacidade do olho humano em acompanhar a trajetória
da bola em alguns centésimos de segundos e de processar o local exato, isso é de lastimar. Não é falta de
sorte, azar da equipe, falta de empenho, regras atrasadas, ou até os que dizem “charme
do futebol” com as suas situações mais inusitadas.
Para chegar à meta adversária, os
jogadores de uma equipe podem tocar na bola com qualquer parte do corpo, exceto
as mãos (apenas o goleiro pode usá-las, mas somente dentro da grande área).
Entretanto, o goleiro não poderá agarrá-la quando esta tiver sido tocada com os
pés por um atleta de seu próprio time. Caso o toque tenha sido feito com
qualquer outra parte do corpo, o goleiro poderá defendê-la normalmente.
Como é um esporte de contato, nem todo
choque entre jogadores de futebol é considerado como falta. Cabe ao árbitro da
partida (ou seus dois auxiliares) decidir se houve intenção ou intensidade de
força suficiente para que a infração seja marcada.
A regra é clara!
É ignorância, negação dos recursos tecnológicos,
falta de interpretação da própria incapacidade e do respeito com o torcedor e com os clubes de futebol.
Os
clubes investem nos seus atletas e em equipamentos para melhorar a desempenho,
as emissoras de televisão investem em tecnologia para tornar a imagem e sua
divulgação dos jogos mais atraentes, e, no entanto a arbitragem caminha no sentido
contrário. Não evolui.
O
esporte pode ter suas regras bem estabelecidas, mas nada impede a utilização de
recursos “tecnológicos” que garanta a imparcialidade, e maior precisão nas
decisões.
Por
que a não adesão à bola inteligente, para detectar o momento da pontuação e,
assim auxiliar a arbitragem em lances duvidosos?